| ROBIN OAK | “Num ano conseguimos realizar muitos sonhos”

Um ano de Rock com base em Leiria

Estão a celebrar o primeiro aniversário. Já venceram um concurso de Rock e editaram um disco com 5 músicas. São “5 histórias” originais. Oriundos da região de Leiria, têm entre 19 e 26 anos e assumem influências dos anos 90 na linha dos Pearl Jam ou dos Red Hot Chilly Peppers. A reboque da estreia discográfica com “Blackout”, o quinteto está a iniciar uma digressão pelo país. Através do FrankMarques’blog, José Pereira, o vocalista, e Humberto Videira, o baixista, assumem a voz do grupo.

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Página 2: Concertos (com vídeo)
Página 3: Posição face à Internet (com vídeo)
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FrankMarques – Quando se formaram os Robin Oak?
José Pereira
– Os primeiros ensaios foram em março de 2011. Já éramos amigos, mas estávamos em projetos diferentes. Decidimos juntar-nos para umas “jams” e divertir-nos. Em dois ensaios, fizemos 3 músicas, que achámos relativamente boas e consistentes. E aí decidimos avançar com o projeto.

Com poucos meses, ainda, os Robin Oak participaram e venceram o concurso Golden Rock, em Pombal. Como foi essa experiência?
JP
– Foi fundamental para nós. Tudo mudou a partir desse momento. Começámos a levar esta banda mesmo a sério. A vitória uniu-nos muito, deu-nos confiança. Nesse concurso demos os nosso 2.º e 3.º concertos. Era impensável, para nós, vencer. Concorríamos contra bandas que levavam alguns anos de rodageme que eram relativamente conhecidas na zona como os Meio Cru, os S’Tapanha ou ainda os Seis35. Os jurís, porém, lá viram algo na nossa música e, com alguma sorte à mistura, saímos de lá vencedores.

Vencedores do Golden Rock 2011

Assumem influências de Pearl Jam, Red Hot Chilly Peppers, Nirvana ou Blind Zero. O vosso som, curiosamente, aproxima-se das melodias mais arrastadas dos Pearl Jam. São a vossa maior referência?
JP
–No que diz respeito à voz, sim. Os Pearl Jam são quem me fez querer ter uma banda e que me abriu os olhos para o Mundo da música. Deram-me vontade de me exprimir num palco através da música. Foram, e são, a minha maior influência. Mas não passam disso. O interessante, na banda, é que todos temos influências diferentes, mas quando fazemos música tudo flui e encaixa perfeitamente.

“Candles”, videoclip de apresentação dos Robin Oak
(“Blackout”, 2012)

Num vídeo colocado na Internet em que a banda se apresentava, assume que dificilmente conseguirá escrever letras alegres. Porquê?
JP
– (Risos) Era suposto esse vídeo já ter sido apagado!
Em relação às letras, já aprendemos muito desde esse vídeo. Mas admito que me sinto mais confortável num registo mais negro, melancólico. Gosto de explorar esses lados. Não digo que não, porém, a uma história mais otimista. Temos, aliás, uma música que se encaixa mais nesse registo. Até à data tenho sido eu o autor das letras, mas não há exclusividade. Qualquer um de nós pode escrever.

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Página 2: Concertos (com vídeo)
Página 3: Posição face à Internet (com vídeo)

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