| DEAD CAN DANCE | Depois do Porto a estreia em Lisboa

Lisa e Brendan no recente concerto em Milão

Projeto de Brendan Perry e Lisa Gerrard regressa a Portugal em maio. Depois de um concerto na Casa da Música, cujos bilhetes esgotaram em cerca de 2 horas e que marcou a primeira atuação do coletivo no nosso país, a promoção do álbum “Anastasis” volta a trazer o grupo à ocidental praia lusitana. O Coliseu dos Recreios é o palco eleito para a nova celebração.

Os Dead Can Dance anunciam no site oficial o regresso a Portugal no próximo ano. Depois da estreia a 24 de outubro, num concerto lotado na Casa da música marcado por três encores, o projeto de Brendan Perry e Lisa Gerrard vai apresentar-se a 28 de maio em Lisboa. O Coliseu dos Recreios é o palco eleito e, antevê-se, nunca terá sido tão pequeno para um tão esperado concerto. Bilhetes são colocados à venda a 16 de novembro.

O anúncio (com download gratuito incluído)

[Carrega na imagem para ir para o site oficial dos Dead Can Dance]

Bilhetes (Coliseu de Lisboa)
Cadeiras de Orquestra: €55
1ª Plateia: €50
2ª Plateia, Balcão Central, Camarote 1ª e 2.ª (frente): €40
Balcão Lateral, Galeria em Pé, Camarote 1ª e 2.ª (lado): €35

Concerto
(Grécia, 23 de setembro de 2012)

Produção em Agosto no Quebeq

Estreia no Porto
Não estivemos no Porto. O preço dos bilhetes somado às despesas de deslocação tornavam a investida à Invicta incomportável para o mui limitado orçamento cá da “redação”. Para além disto, o súbito desaparecimento dos ingressos, colocados à venda a 1 de março – em cerca de 4 horas esgotaram – impuseram uma ausência, que esperamos seja colmatada a 28 de maio, em Lisboa. Ainda assim, há algumas coisas que podemos adiantar sobre a estreia dos Dead Can dance em Portugal, baseados em várias reportagens de quem lá esteve e partilhou o que viu.

“Portugal teve a possibilidade de compreender que é na transcendência que só a música permite ao ser humano que a Morte pode Dançar”, lê-se, por exemplo, no lead da reportagem do site Arte Sonora, sobre o concerto de cerca de 2 horas e 3 encores que a Casa da Música recebeu a 24 de outubro.

O Ponto Alternativo lembrou que os Dead Can Dance são “uma banda que dispensa as noções de espaço, tempo e época na sua abordagem à música” para explicar porque, num concerto destes, “os cantos gregorianos podem ser misturados com polirritmia africana, cordas orientais podem ser tocadas em músicas com nuances góticas”. Em resumo, o PA escreveu sobre o concerto no Porto que Brendan Perry e Lisa Gerrard “mostraram-nos quão vasto pode ser o mundo da música (…) provando que os nossos ouvidos estão mais recetivos a sonoridades exóticas do que as grandes editoras nos querem fazer crer.”

Casa da Música, Sala Suggia

Do duo, apenas Brendan Perry já tinha passado antes por Portugal, lembra o blog Irmandade do Éter, nomeando a digressão a solo do músico que passou em março de 2010 pelo Santiago Alquimista, em Lisboa, e pelo Theatro circo, de Braga. E, garante ainda o mesmo blog, houve gente a deslocar-se ao Porto desde França e Suécia para ver os Dead Can Dance. Foram mais rápidos que muitos portugueses, acrescentamos nós.

“Sanvean, onde o domínio lírico de Gerrard, enovelado numa espécie de transe sintetizado, levou à primeira ovação em pé da noite”, reporta o Palco Principal, acrescentando ter sido este “um ritual que se repetiu por várias vezes” até final do espetáculo. Em maio há mais.

Setlist
(Porto, 24 de outubro de 2012)
Children of the Sun (“Anastasis”, 2012)
Anabasis (“Anastasis”, 2012)
Rakim (“Toward The Whitin”, 1994)
Kiko (“Anastasis”, 2012)
Lamma Bada (canção tradicional árabe)
Agape (“Anastasis”, 2012)
Amnesia (“Anastasis”, 2012)
Sanvean (“Toward The Whitin», 1994/ “The Mirror Pool”, Lisa Gerrard, 1995)
Nierika (“Spiritchaser”, 1996)
Opium (“Anastasis”, 2012)
The Host of Seraphim (“The Serpent’s Egg”, 1989)
Ime Prezakias (cancioneiro grego)
Now We Are Free (Banda Sonora de “Gladiator”, por Lisa Gerrard e Hans Zimmer, 2000)
All Good in Time (“Anastasis”, 2012)

Primeiro encore
The Ubiquitous Mr. Lovegrove (“Into the Labyrinth», 1993)
Dreams Made Flesh (“It’ll End in Tears”, This Mortal Coil, 1984)

Segundo encore
Song to the Siren (versão de Tim Buckley)
Return of the She-King (“Anastasis”, 2012)

Terceiro encore
Rising of the Moon (inédito incluído na digressão 2005]

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