| DEAD LOVER’S TWISTED HEART | Vem aí disco em português

Guto e, ao fundo, Pat, ao vivo no Bacalhoeiro

Os brasileiros, que em julho passaram por Portugal, estão de regresso ao estúdio. E desta vez para gravar 5 músicas no idioma “oficiáu”. “Apocalipse do amor” é o primeiro avanço sobre o novo trabalho do quarteto de Belo Horizonte. “O plano é finalizar as gravações logo depois do Carnaval e soltar o disco em março”, revela o guitarrista Guto Borges, em exclusivo ao FrankMarques’blog.

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São 5 anos de história que os Dead Lover’s Twisted Heart estão a celebrar. E são 5 músicas que eles estão a gravar para um novo EP. Os Dead Lovers, que em 2011 deram a conhecer aos portugueses um dos álbuns Indie-Rock mais bonitos do ano, aproveitaram “o período de férias” no Brasil e juntaram-se em estúdio com elementos de algumas bandas amigas como os Graveola e o Lixo Polifónico ou os Fusile . O resultado começa agora a ser mostrado via Internet.

“Apocalipse do amor”, Dead Lovers Twisted Heart

“O ‘apocalipse do amor’ é uma música meio celebratória da nossa amizade. Costumávamos toca-la num outro projeto a que demos o nome Gravelovers, por ser uma junção de membros dos Graveola e dos Dead Lovers. E agora resolvemos registar esse espírito”, explica-nos Guto, via “chat” do Facebook.

“Where I am”, Dead Lover’s Twisted Heart

Guto deseja voltar a Portugal

O guitarrista revela que o EP “está em fase de finalização” e salienta que foi gravado com o “grande amigo Bruno Corrêa”, ex-membro dos Mordeorabo, “e com o Yuri Vellasco, outro grande amigo e baterista dos Graveola”. “Falta pouca coisa, mas ainda há muitas surpresas pela frente”, garante Guto, apontando março como data de lançamento do novo disco, cuja particularidade, face ao álbum homónimo que no verão passado apresentaram em Portugal, reside no fato de ser totalmente cantado em português.

“O EP é todo experimental e em português. É uma amostra de 5 canções que fizemos durante o período em que andámos a tocar pelo Brasil. Nós sempre cantámos em inglês e fomos reconhecidos por isso. Mas não há como estar em contato com o nosso país, e com outros como Portugal, e sair ileso disso. Ficamos muito marcados”, assume o guitarrista, acrescentando que a ideia era lançar “um disco em português e registar ao mesmo tempo os anos todos da banda na estrada, as amizades e os encontros” que tiveram.

Guto, Pat, Ivan e Vels, os Dead Lovers no Bacalhoeiro

O presente serve, assim, para “preparar o disco e o novo ‘show’” e um “site”, onde pretendem “reunir grande parte dos conteúdos gerados ao longo destes primeiros 5 anos de banda” . “A pequena ‘tour’ que fizemos no ano passado pela Europa [além de Lisboa, passaram por Madrid e Paris] serviu para fecharmos um primeiro ciclo da banda”, resume Guto, que, conta “voltar a Portugal o mais rápido possível.”

“Foi uma experiência incrível para nós. Apesar do pouco tempo, fomos muito bem acolhidos, conhecemos algumas bandas e muita música interessante. Eu próprio, hoje em dia, sou muito interessado por vários cantores portugueses. E acho que agora, com um novo trabalho [dos Dead Lovers] em português, talvez a comunicação seja ainda melhor entre nós e o vosso país”

Mais informação:
Dead Lovers facebook oficial

Rodelas de plástico:
DLTH (álbum homónimo, 2010)

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“Apocalipse do amor”, Dead Lover’s Twisted Heart
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