| VIRALATA + MATA-RATOS | Ó Ivone… xu-pa-ki!

Mata-Ratos ao vivo no InLive, Moita

Nada disso, não estamos a pedir nada a ninguém. Nem pretendemos ser ofensivos. É apenas a junção dos temas com que fecharam os concertos de ambas as bandas que no último sábado passaram pelo palco do In Live, na Moita. Cerca de duas horas de punk rock na língua de Camões e uma plateia que foi dos 10 aos 50 anos. E todos a cantar os refrães. Lindo.

Segunda parte: Mata-Ratos

Sábado, 10 de maio. Na televisão, o Sporting ganhava ao Nacional, o Real Madrid perdia em casa com o Barcelona. Na Moita, estava um frio de rachar. Para as 23 horas estava apontado o início de um duplo concerto, no In Live Caffé. Primeiro os Viralata, banda que está a ultimar a edição do álbum de estreia, mas que já anda a criar frenesim nas redes sociais com os muitos vídeos em que se canta sobre as mamas de silicone de uma tal de Ivone. Depois, os Mata-Ratos, que estão prestes a celebrar 3 décadas de existência e mantém um culto bem vivo à sua volta.

Viralata ao vivo no InLive, Moita

A casa demorou um pouco a ficar composta. O que atrasou o início. Pela meia-noite, os Viralata tomavam conta do palco. “Zé ninguém” deu o mote. O público reagiu, mas ainda a denotar algum desconhecimento da letra. É normal: ainda não há discos editados e as rádios continuam a assobiar para o lado. A segunda música, porém, revelou que a Internet é um palco tão bom ou melhor que outro qualquer. “F.A.M.E.L.” é já um dos sucesso do grupo e é um daqueles temas que rádio alguma em Portugal se atreverá a passar antes da meia noite e depois das 7h da manhã. Se alguma, seja em que horário, se atrever.

Público reage bem aos Viralata

A interação com o público é constante, mas nem sempre acertada. Na introdução a “Carocho”, dedica-se o tema a “todos os políticos que estão agarrados ao poder”. É já uma das frases feitas nos concertos dos Viralata. As músicas, de um modo geral, estão a crescer, a ganhar força. Quando chegar o disco, só não conhecerá nenhum tema quem andar agora distraído. O alinhamento inicial pensado para este concerto, teve de ser reduzido. O vocalista estava com problemas na garganta e com dificuldade. Cortaram uma das músicas e saltaram para a derradeira, e mais esperado: “Ivone”. É já o “hit” da banda, como há muito se adivinhava que se tornasse. O público sabe a letra e canta o refrão mesmo sem haver música. É o ponto alto de mais um concerto de uma banda que está a preparar a afirmação para 2012, ano em que lança o primeiro álbum. 40 minutos depois do início, os Viralata despedem-se do público e abrem espaço para a “desratização”.

“Ivone”, Viralata ao vivo na Moita
[InLive Caffé, 10 de dezembro]

Segunda parte: Mata-Ratos

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