| LE BUTCHERETTES | “Os portugueses são incríveis”

Teri Gender Bender em Paredes de Coura

Os Le Butcherettes estrearam-se em Portugal a 19 de Agosto, no palco secundário de Paredes de Coura. Ao FrankMarquesBlog, duas semanas depois do “gig”, Teri Gender Bender, a líder e vocalista, ainda se mostrava rendida. Nomeadamente às “árvores magistrais”, que preenchem o cenário. A americana só lamentou a má disposição que a impediu de ver mais bandas portuguesas além dos You Can’t Win Charlie Brown, que define como “uma grande banda”.

[Esta entrevista faz, igualmente, parte da edição n.º 7 da MUDA Magazine]
Entrevista anterior (Apresentação, a história, os ideais e a antecipação da vinda a Portugal.

Rocker de pés descalços

FrankMarquesBlog- Como descreve a estreia dos Le Butcherettes em Portugal?
Teri Gender Bender – Fiquei encantada. O cenário que encontrámos é precioso e as pessoas são muito disponíveis para a música.

– O que lhe pareceu o público português?
– Incrível. São muito atentos e encheram-me o estômago de sumo do amor.

– Costuma actuar de avental, mas curiosamente, actuou em Paredes de Coura apenas de vestido. Porquê?
– O avental ficou esquecido em Los Angeles, na mochila do Marc, o nosso agente “day to day”. Ele ficou com o avental sem o saber até chegarmos a Portugal.

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– Com que ideia ficou de Paredes de Coura?
– É um festival bem localizado e organizado de uma forma profissional embora sem que os responsáveis sejam pessoas frias. O ambiente é agradável e as árvores magistrais.

Teri e, ao fundo, o baterista Gabe Serbian

– Antes do festival mostrou vontade de ver todas as bandas portuguesas do cartaz. Conseguiu?
– Vi os You Can’t Win Charlie Brown. Que grande banda. Têm alma e não se limitam. Queria ver, de facto, outras bandas portuguesas como os Orelha Negra, mas tive umas dores de estômago tão horríveis que me vi obrigada a ir repousar.

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– Que banda é que a marcou mais?
– Bem, têm de ouvir os You Can’t Win Charlie Brown.

– Levou alguns CD portugueses consigo para Los Angeles?
– Sim. Trouxe um dos Orelha Negra que me foi dado por uma pessoa muito amável que estava no público. E trouxe também muitos “links” para apresentar bandas portuguesas aos meus amigos.

– Quando pensa voltar a Portugal?
– Quero voltar o mais cedo possível. Portugal encantou-me. É um país sensual e terno.

Entrevista em vídeo para o Canal 180, em Coura)

O início dos Le Butcherettes
O disco
História pessoal

Álbum “Sin, sin, sin” para auscultação integral online

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